Mapa investigativo do escândalo do Banco Master: atores, conexões e cronologia da Operação Compliance Zero. Estrutura viva — alimentada à medida que novas fases, decisões e reportagens vêm a público.
O escândalo do Banco Master é apontado pela Polícia Federal como a maior fraude já registrada contra o Sistema Financeiro Nacional brasileiro. A investigação — batizada Operação Compliance Zero — começou em 2024 apurando títulos de crédito sem lastro e, ao longo de oito fases, ampliou-se para alcançar corrupção institucional, lavagem de dinheiro, influência política e um núcleo paralelo de vigilância e intimidação conhecido como "A Turma".
No centro está Daniel Vorcaro, controlador do banco, preso pela primeira vez em 17 de novembro de 2025. A partir dele, a apuração se ramifica em direção a políticos, ministros do Banco Central, magistrados do STF e uma estrutura paralela de operadores financeiros e de segurança.
1. Fraude financeira no Master — títulos sem lastro, fundos da Reag usados para inflar o balanço, caixa paralelo.
2. Captura do BRB — venda de carteiras fictícias ao banco estatal, propina a Paulo Henrique Costa, triangulação via fundo Celeno.
3. Influência política — Ciro Nogueira e a "Emenda Master", pagamentos a Flávio e Eduardo Bolsonaro, Jaques Wagner, ACM Neto, Temer, Antônio de Rueda.
4. Captura institucional — servidores do BC, relação de Vorcaro com Toffoli e com o entorno de Alexandre de Moraes.
5. Núcleo de intimidação ("A Turma") — vigilância, ameaças a jornalistas, conexões com jogo do bicho e milícia.
Mapa de conexões — grafo interativo. Clique em qualquer nó para abrir seu perfil completo; arraste para explorar; use os filtros por núcleo para isolar uma camada da rede.
Linha do tempo — cronologia fato a fato, da origem da investigação (2024) até os desdobramentos mais recentes, com resumo e atores de cada evento.
Dossiê de agentes — lista navegável de todas as pessoas, empresas e instituições já mapeadas, com busca e filtro.
Cada nó e cada conexão deste dossiê é derivado de fontes públicas verificáveis: decisões do STF, relatórios da Polícia Federal citados em decisões judiciais, comunicados do Banco Central, dados do COAF tornados públicos pela imprensa, processos do TCU e reportagens de veículos com produção jornalística própria.
Este protótipo foi montado a partir de uma pesquisa inicial e deve ser revisado, expandido e corrigido à medida que o projeto avança — é um esqueleto de trabalho, não uma versão final.
Próximo passo recomendado: cada nó deveria ganhar um campo de fontes individuais com link, para que cada alegação no site aponte diretamente ao documento ou reportagem de origem — essencial para credibilidade editorial e para blindagem jurídica do projeto.